quarta-feira, 16 de maio de 2012

SINFEMP denuncia perseguição a professores em São José de Espinharas

O presidente do SINFEMP- Sindicato dos Funcionários Públicos Municipais de Patos e Região, José Gonçalves, denunciou que os professores de São José de Espinharas, estão sofrendo assédio moral, perseguição por parte do gestor municipal, além de prejudicar os mesmos com o projeto de lei aprovado pela Câmara Municipal, retirando direitos, congelando e reduzindo salários dos profissionais que tem apenas o magistério.

O sindicalista denunciou ainda que a lei 11.738/2008 que trata do piso da categoria, assegura justamente o salário para os que têm o magistério municipal, mas em São José de Espinharas está sendo invertida a ordem , onde os professores que tem o magistério foram colocados em quadro suplementar, como se estivesse em extinção, ferindo a lei que trata do piso e ao mesmo tempo discriminando esses profissionais.

Como se não bastasse, a Secretaria de Educação está obrigando aos professores trabalharem 40 horas, sendo 36 em sala de aula,(seis expedientes), quando na verdade deveriam trabalhar 27, infringindo mais uma vez a lei do piso, pois 2/3 da carga horária devem ser em atividades extraclasse, previsto no artigo 2°, inciso 4° da lei do Piso, com aulas departamentais e no entanto os professores estão trabalhando de segunda à sexta feira, à tarde e terão que trabalhar ainda um dia pela manhã, além da aula departamental que está sendo à noite, na Escola da Fazenda Flores e na zona urbana, justamente para perseguir esses profissionais do magistério depois de sua luta por aumento salarial.

Em virtude do município se de difícil acesso, grande parte dos professores moram em outros municípios, a exemplo de Patos, dificultando à ida dos mesmos a noite para planejamento na zona rural do município e impedindo que possam trabalhar em outro município.

Gonçalves irá denunciar essa perseguição ao Ministério Público, onde o prefeito e secretária de educação serão convocados para se explicar diante da situação denunciada pela entidade sindical.

Fonte: Assessoria Sinfemp

Um comentário:

Agnelo Moura Santos disse...

Vergonhasó digo isso, vergonha por tanta perseguição