sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Greve de funcionários públicos em São José de Espinharas revolta comunidade e desgasta gestor

O atraso nos pagamentos dos servidores públicos do Município de São José de Espinharas completou dois meses nesse último dia 31 de outubro. Esse atraso levou os funcionários a entrarem em greve. Pararam suas atividades os motoristas, guardas municipais, garis, ASG, e a maior parte dos funcionários da secretaria de saúde, entre outras.

A situação tomou proporções preocupantes quando os funcionários da escola Mariana Nóbrega, que funciona na zona rural do município decidiram também “cruzar os braços”. Ao chegarem à escola os alunos se depararam com os portões fechados e os funcionários explicaram que só voltam ao serviço quando tiverem seus vencimentos postos em dias pela administração municipal.

A greve na escola está preocupando a comunidade, pois a referida escola atende mais de 300 alunos de nível fundamental e médio no horário da manhã e tarde, que agora correm o risco de perder o aluno letivo. Os alunos do nível médio que vão prestar vestibular se encontram desolados e sem perspectiva de quando voltaram a ter aulas.

Os servidores explicaram que por muitas vezes procuraram a administração municipal para esclarecimentos a respeito dos salários atrasados, mas a resposta da prefeitura a sempre a mesma: “Não há como pagar por que a prefeitura não tem dinheiro”. Os funcionários da escola Mariana Nóbrega entraram em greve por tempo indeterminado e só voltam ao serviço quando receberem os pagamentos em atraso.


O SINFEMP, sindicato que representa os servidores de Patos e região, já acionou a justiça para que o atual gestor pague os funcionários, mas a até o momento não houve nenhum posicionamento da justiça. 




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